Alzheimer: conheça as atividades que ajudam a estimular o cérebro

Saúde do idoso | Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O cérebro é um dos mais importantes órgãos do corpo humano. Ele é responsável por processar informações dos sentidos juntamente a outras estruturas do encéfalo, iniciando movimentos e influenciando no comportamento emocional, além da linguagem, consciência, memória e outras funções.

Parte do sistema nervoso representa apenas 2% da massa corporal humana, mas consome mais de 20% do oxigênio. Para manter a mente e o cérebro saudáveis, é necessário a prática de alguns exercícios, como explica a neurologista da Hapvida, Cintya Melo.

“Fazer palavras cruzadas, usar a tecnologia, jogar xadrez ou até mesmo fazer contas no papel podem ajudar, por exemplo, a combater o Alzheimer”, destacou a médica. Essa é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social. Segunda a neurologista, o Alzheimer é a causa mais comum de demência.

Para identificar se uma pessoa está contraindo a doença, é necessário observar os seguintes sinais: alterações na memória, personalidade e habilidades espaciais e visuais; dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos; agitação e insônia; num estágio mais grave resistência à execução de tarefas diárias, incontinência urinária e fecal, dificuldade para comer, deficiência motora progressiva.

A avaliação do estágio da doença e qual é o tratamento adequado devem ser realizados em consulta ao médico especialista. Veja mais dicas para estimular o cérebro:

– Usar a mão contrária;
– Assistir a filmes utilizando a legenda na língua original;
– Relembrar detalhes do dia a dia;
– Montar quebra-cabeça.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, Alzheimer é a forma mais comum de demência, responsável por 60% a 70% dos casos. A estimativa é de que, no mundo inteiro, 47 milhões de pessoas sofram de demência e, a cada ano, cerca de 10 milhões de novos casos sejam registrados. Ainda de acordo com a OMS, apesar de a idade ser o principal fator de risco para a demência, a doença não é uma consequência inevitável do envelhecimento e não afeta apenas as pessoas de mais idade. O aparecimento de sintomas antes dos 65 anos de idade representa cerca de 9% dos casos.

Portal da Tropical

1 Pessoa comentou
Santiago Nunes Dos Santos Filho

Ótimas dicas.

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