Novembro Azul busca fortalecer o acesso dos homens na Atenção Primária em Saúde

Novembro é o mês dedicado à ampliação do cuidado referente à Saúde do Homem. Nesse contexto, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) chama a atenção para a importância das ações de prevenção, com foco no tema definido pela Coordenação de Saúde do Homem do Ministério da Saúde para a campanha do Novembro Azul deste ano: “Fortalecendo o acesso dos homens na Atenção Primária em Saúde (APS)”.

Tendo como slogan “Cuidar da saúde também é coisa de homem! Previna-se, cuide de sua família e procure a unidade de saúde mais próxima”, a campanha incentiva a ampliação do acesso dos homens a cuidados em saúde. O enfoque da campanha se deve ao fato de que, segundo estudos, os homens têm menor número de consultas médicas por ano em comparação às mulheres e fazem menos uso de serviços de cuidado regular nas unidades de saúde.

Para o conceituado médico Urologista natalense, Dr. Antonio Francisco Correia Júnior, “Novembro Azul é uma campanha mundial que tem com finalidade conscientizar a população sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. Apoiamos essa causa! Venha você também se cuidar! Para agendamento de consulta : 98807-6050.”

“Aproveitamos esse momento da campanha para ressaltar a importância da adoção de hábitos saudáveis para garantir uma vida mais longa e com maior qualidade, como beber 2 litros de água distribuídos ao longo do dia, não fumar, evitar bebidas alcoólicas, praticar exercícios físicos e atividades de lazer regularmente, praticar sexo seguro e procurar os serviços de saúde regularmente”, destacou.

Você sabia que os homens:

  • Têm mais doenças do coração, cânceres, colesterol elevado, diabetes, hipertensão e tendência à obesidade que as mulheres;
  • Praticam atividade física com menor regularidade;
  • Muitas vezes acham que não vão adoecer, por isso não se cuidam;
  • Geralmente têm medo de descobrir doenças;
  • Não procuram regularmente os serviços de saúde e quando procuram, na maioria das vezes, não seguem os tratamentos recomendados;
  • Estão mais expostos aos acidentes de trânsito e de trabalho;
  • Utilizam álcool e outras drogas em maior quantidade;
  • Estão envolvidos na maioria das situações de violência;
  • Vivem em média 7 anos a menos que as mulheres.

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