iFood explica troca de nomes de empresas e diz que dados não vazaram

Os usuários do aplicativo de delivery iFood foram surpreendidos com mudanças nos nomes de estabelecimentos na noite da terça-feira (2), em Natal e em outras cidades do Brasil. As mudanças, segundo a empresa, não foram realizadas por hackers, e sim por uma prestadora de serviço que tinha permissão para atualizar dados cadastrais. O iFood garante que não há indícios de vazamento dos dados dos clientes.

A mudança nos nomes dos estabelecimentos ocorreu por volta das 20h, quando os nomes foram trocados por cinco frases, divididas entre as empresas: “Bolsonaro 2022”, “Lula Ladrão”, “Petista Comunista”, Mariele de Franco Peneira” e “Vacina Mata”. 


Natal foi a primeira cidade a ter relatos das mudanças, que também ocorreram em cidades da Bahia, São Paulo e Pernambuco, pelo menos. De acordo com o iFood, 6% dos estabelecimentos cadastrados tiveram os nomes alterados.


Em nota, o aplicativo disse que “o incidente foi causado por meio da conta de um funcionário de uma empresa prestadora de serviço de atendimento que tinha permissão para ajustar informações cadastrais dos restaurantes na plataforma, e que o fez de maneira indevida”.


Ainda na nota, o iFood garantiu que os dados dos meios de pagamento não são armazenados nos bancos de dados do iFood, somente nos dispositivos dos próprios usuários, “não tendo havido comprometimento nos dados de cartões de crédito”. 


O caso começou a ser solucionado por volta das 21h45 da terça-feira e, segundo o iFood, a empresa responsável pela mudança irregular perdeu o acesso. Não há, ainda de acordo com a empresa, indícios de vazamentos de nenhum tipo de dados dos clientes.

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