Ex-secretária de Educação critica ponto facultativo do Governo do RN e chama de “preguiça generalizada”

A preocupação é da ex-secretária de Educação Cláudia Santa Rosa registrada em suas redes sociais: Juristas, o Decreto tem mais força do que a Lei? Ora, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação diz que o ano letivo tem que ter, no mínimo, 200 dias.

E continua a crítica: Esses “pontos facultativos”(ápices da preguiça generalizada)são comemorados por aí, mas não se fala em repor o dia de aula. Difícil!

A crítica da professora é que um dia “enforcado” significa mais aula a repor, ficando cada vez mais difícil de ser compensado como os alunos têm direito.

Governo Federal também decreta ‘enforcamento’

Portaria do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União do dia 19, inclui, no calendário dos dias considerados como ponto facultativo para servidores públicos, o 22 de abril, sexta-feira próxima. Assim, será possível para a categoria prolongar o feriado que é no dia anterior (21 de abril), quando se comemora o Dia da Inconfidência Mineira.

Para possibilitar a prolongamento do feriado, a Portaria nº 3.413 alterou a portaria nº 14.817/21, que divulga os dias de feriados nacionais e estabelece os dias de ponto facultativo no ano de 2022.

Critérios

São consideradas ponto facultativo datas próximas a feriados estabelecidos pelo calendário oficial que poderão, segundo critérios internos, ter ou não expediente.

Comentário do blog O Alerta: concordamos com a postagem da professora Cláudia Santa Rosa. Totalmente descabido esse “enforcamento”, do dia 22 de abril, para as repartições públicas federais, estaduais e municipais (frise-se: alguns municípios). Não há motivo para esse ponto facultativo. Nós servidores públicos somos chamados de ‘vagabundos’, quando os representantes dessas categorias, sindicato, associações, deveriam ser os primeiros a protestarem esse absurdo. Enquanto isso, as escolas e as empresas privadas, continuam funcionando normalmente e nós sendo chamados , por quem paga nossos salários – a população-, de ‘parasitas’, ou como diz a professora, “preguiça generalizada“.

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