Coodenadoria da Mulher de São José de Mipibu e Polícia Civil firmam parceria no combate a violência doméstica contra a mulher

Coordenadora da Mulher, Susanira Praxedes e o delegado
da Polícia Civil de São José de Mipibu, Normando Feitosa

A assistente social e Coordenadora da Mulher, Susanira Praxedes, realizou reunião com o delegado da Polícia Civil de São José de Mipibu, Normando Feitosa, visando uma parceria entre as duas entidades, no combate a violência doméstica Contra a Mulher.

Para Susanira, “será de muito importante estreitar o relacionamento entre a Coordenadoria da Mulher e a Polícia Civil, já que as mulheres atendidas na Coordenadoria da Mulher são orientadas e encaminhadas a registrar o Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia de Polícia Civil”.

“Por outro lado, a Delegacia de Polícia Civil ficou de encaminhar os Boletins de Ocorrência, registrados de Violência Doméstica, para que a Coordenadoria da Mulher, realize todo um trabalho de atendimento, visita domiciliar a essas mulheres vítimas de violência doméstica”, explica.

Segundo a coordenadora, “quando recebemos uma mulher fragilizada por violência doméstica, procuramos oferecer nossos serviços, vamos a sua residência e muitas vezes, acompanhamos até a delegacia, para intermediar o atendimento policial”.

ATENDIMENTOS

Em 2020, a Coordenadoria da Mulher de São José de Mipibu realizou 221 atendimentos e fez 49 visitas domiciliares. Este ano, de janeiro a abril, já foram 89 atendimentos e 11 visitas, sendo 34, somente no mês de março.

AUMENTO DE CASOS

A rotina diária de milhões de pessoas sofreu grandes mudanças com a chegada da pandemia. Alguns casais passavam pouco tempo juntos; por isso, as brigas que aconteciam eram consideradas normais. Para aquelas que já viviam um relacionamento abusivo, houve um agravamento e a violência praticada passou a ser muito mais frequente

Com a pandemia do novo coronavírus e a consequente necessidade de isolamento social para seu combate, houve um aumento da violência doméstica contra a mulher em todo o país. Relatório divulgado na véspera do Dia da Mulher mostrou que foram realizadas 105,8 mil denúncias em 2020, em todo o Brasil.

Mesmo que alto, o número não reflete a exata quantidade de mulheres agredidas desde março do ano passado, uma vez que nem todas conseguem, por diversas razões, buscar ajuda.

PARA DENUNCIAR

Existe o Disque Denúncia (180), que é gratuito, funciona em todo o Brasil e preserva o anonimato. Há, também, as Delegacias de Polícias. Nestes locais, a vítima poderá fazer um Boletim de Ocorrência contra o agressor e receber orientações. Para situações de emergência, a orientação é ligar para a polícia (190).

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